sexta-feira, 17 de junho de 2011

Um desejo, um pedido, uma prece


# Eu não acho que o amor, de uma forma geral,
seja a coisa que mais importa...
Acho que o amor, de uma forma geral,
é a única coisa que importa.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Há um cais de porto, pra quem precisa chegar




Tudo me lembra -va-  você. Quando você foi embora, decidi que as mudanças teriam de ser bruscas, ou então eu ficaria mergulhada na fossa a vida inteira. E eu não estava afim. Comecei com o óbvio, joguei fora tudo aquilo que você me deu; pelúcias, roupas, cartas, fotos, lembranças de viagens, etc.  Depois, comecei a mudar coisas em mim que me lembravam você;  Mudei minha lanchonete de fé e meu refrigerante favorito não é mais fanta laranja. Parei de ir na Fridays aos sábados, parei de fazer compras na Lendarium, parei de caminhar quinta a tarde. Mudei meu perfume, comprei cores diferentes de baton, fiz luzes no cabelo, mudei o corte, o penteado. Parei de dizer tudo o que penso, comecei a dizer tudo o que sinto. Parei de usar meia calça no frio – aquela porra nem esquenta mesmo - , coloquei um vestido para alongar as pernas, um corpete para que o tronco não desfaleça sobre elas e troquei a cor das cortinas. Comprei cortinas mais claras, mais fáceis de abrir... deixo todos os dias o sol entrar.





...Cansei de chorar feridas que não se fecham, não se curam
E essa abstinência uma hora vai passar...
Pitty, Na sua estante.

sábado, 11 de junho de 2011

I wanna be the rain



As lágrimas nunca vieram tão quentes, a dor nunca veio tão impiedosa. Nunca fizera tanto frio em Junho, o coração nunca pediu tanto para parar. Tal qual aquelas pessoas torturadas de filme americano que imploram pela morte. Faltava alguns dias para o Dia dos Namorados, e embora o presente que ela tinha gastado uma fortuna e boas horas planejando estivesse quentinho e bem guardado em seu armário, seu namorado – ex - já tinha pego o ônibus, debaixo de chuva, para casa. O ponto estava quase vazio, no celular tinha 148 chamadas não atendidas da sua mãe, talvez o ônibus dela já tivesse saído há alguns minutos, mas ela não conseguia se mover. Ela lembrou Caio Fernando de Abreu e chorou pela guerra cotidiada e pelos apelos de paz não atendidos. E depois começou a lembrar dela mesma, por tantas vezes ela deu segundas chances, por tantas vezes ela rezou para que ele mudasse, por tantas ela sorriu para confortá-lo com o próprio coração em cacos. Por tantas vezes ela saiu correndo atrás dele enquanto subia no ônibus dizendo que iria reconsiderar, dizendo que eles iriam superar isso juntos. Por tantas vezes ela quis ser forte mas cedeu a força daquele sentimento louco. E de onde veio a força agora? Ela não sabia, só sabia que a temperatura da água que caía do céu estava muito baixa, como a de seu corpo... exceto a cabeça, sua cabeça fervilhava. Até que uma voz rouca, que competia com o barulho da chuva, interrompeu seu martírio interno.

- Ei menina, este é o último ônibus... você vai ou não?

E ela subiu no ônibus em movimentos de robô, sem saber direito se aquilo era só um reflexo do hábito, ou se ela ainda tinha vontade de voltar para casa. Sentou-se no banco, pela primeira vez em muito tempo, sem saber o por quê de estar voltando, o por quê de estar sentando, respirando, subindo degraus... sem saber o por quê.

 
 
* Esta história é fictícia, mas não significa que não pode ter acontecido ;}

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Infinity





Ela: Eu te amo.
Ele: Você sabe medir o tamanho desse amor?
Ela: Não, mas é muito...
Ele: Muito muito?
Ela: Muito muito...
Ele: Eu também te amo.
Ela: Você sabe medir o tamanho desse amor?
Ele: 8.
Ela: 8?
Ele: Deitado...


Diálogo real :*

domingo, 29 de maio de 2011

If u seek Demi




Falo miado mas também sei falar palavrão. Sou azeda. Mato aula. Tenho convicções que não mudam, mas não jogo meu emocional da ponte só porque as coisas mudam.  Já fui mais encreiqueira. Amo diferenças e peculiaridades. Não sou homofóbica mas não me sinto obrigada a abraçar certos tipos de causa. Não sou fanática religiosa mas não me sinto obrigada a concordar com certas filosofias vazias e certos comportamentos promíscuos dessa “babilônia alucinada” que boa parte dessa juventude atual arquitetou. Não sou alta. Não sou barbie. Posso até ser fofa mas meu quarto é uma bagunça, meu all star branco é preto e eu não tenho nojo de sentar no chão (bom, depende do chão). Já machuquei e encantei muita gente com minhas palavras. Já conquistei mundos, destruí reinos, perdoei meus erros e erros alheios. Vivi amores irresistíveis, acreditei no impossível!... Agora vivo para me equilibrar na corda bamba de tudo aquilo que eu acho certo, tombos são permitidos. E olha, trate de não me julgar e nem julgar a Demi, porque você sabe o nosso nome, mas não sabe NADA sobre a nossa história.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Releitura "Se liga, irmã." - The Big Bel Theory



Regras para ser alguém respeitado:


1) Não tenha medo de gostar das coisas que você gosta naturalmente. Por exemplo: Se você gosta de Yokitos no café da manhã e se sente atraída por estrabismo, falha entre os dentes ou trancinha rastafari quem tem algo a ver com isso? WHATEVER! Eles vão te julgar do mesmo jeito no final, fofa.

2) Não faça besteiras - entenda: idiotices -.

3) Se for para fazer alguma besteira, que ninguém descubra.

4) Se descubrirem, que descubram uma besteira feita com muito estilo.

5) Responsabilize-se por tudo o que fizer, e pelas consequências.

terça-feira, 3 de maio de 2011

pradescontrair #3



Só pras lindas que passaram um dia inteiro sonhando com um casamento real ♥-♥
Corram beeshas, porque o Harry-lindo ainda tá na pista ;)