quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

http://agoraquesourica.com/


Pra não passar o dia sem um postzinho sequer, vai essa foto da Mischa Barton toda linda, toda no glamour...
Se liga nos anéis!
Alguém me dá uma bolsa com alça de correntes, por Diós?! TRÊS BEIJOS EM VOCÊS, TÉ MANHÃ.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Comédias Românticas na Cabeça


Eu faço a linha Clarice Lispector, eu escrevo para salvar minha vida. Quando a gente cai na fraqueza, é difícil ver as coisas de uma forma clara, então eu me fecho em um mundo de mentirinha, onde coisas impossíveis acontecem. Já até pensei em escrever uma série de livros, só com ilusões adolescentes. Se tudo o que eu imagino, tivesse ao menos um pingo de solidez, minha vida provavelmente estaria  mais segura. Enquanto os livros não saem eu venho pra cá, despejar aqui um pouco da minha loucura. Como a minha mais famosa, que todos os meus amigos já conhecem...

Eu gostaria mesmo é de poder estar em Nova York agora, me vestindo com roupas de frio, indo diariamente a Cafeteria aproveitar minha compania e minhas histórias. Morando em um prédio de tijolinhos, em uma rua sem saída e cercada por milhares de livros, um notebook e muita coisa pra contar.

Eu pegaria meu salário, mandaria uma parte para casa e o resto iria todo para meu guarda roupa. TODO! Eu passaria horas me vestindo, me montando, me pintando. Iria em baladas que vendem bebidas coloridas e conheceria pessoas que no dia seguinte faria questão de não lembrar mais o nome. Seria totalmente independente, sem esquecer de ir a Igreja todos os Domingos, claro!



E em um tranquilo dia de inverno, passeando pela minha ruazinha coberta de neve eu esbarraria com um brasileiro. Entre tantos americanos interessantes soltos pela cidade, que valheriam sujar minhas botas, é justamente o brasileiro conhecido que resolve derrubar café na minha Prada novinha. Ele me convida pra mais um café já que o meu né... (KK), e na cafeteria ele me conta, que veio também a trabalho, que deu um tempo da chata da namorada (até que enfim, pateta!), e que dessa vez a decisão foi dele, e que ele realmente quer variar seus dias e respirar um pouco, longe daquela lenga lenga cansativa e previsível.

E eu, como uma boa mocinha de Hollywood, concordo com tudo. Escondo um monte de sentimentos, e frases engasgadas na garganta por anos, e conto que estudar e trabalhar em NY está sendo ótimo. Que eu uso Prada, Channel e nem preciso pedir dinheiro pra minha mãe. Que ainda torço pro Botafogo e escrevo letras de músicas aleatóriamente no canto do caderno. E o faria rir com meus contos, como há muito não fazia.

Depois ele me levaria de volta ao meu prédio, que é convenientemente em frente ao dele. Ele confessa que já havia me reconhecido há um tempo mas não teve coragem de falar nada. E eu pensando, que o acaso ou a providência divina, resolveu nos por frente a frente de novo, afinal. E que por mais que eu não quisesse e me proibisse, seria incrível olhar pela janela e vê-lo sair, ou se arrumar dentro do quarto. Ainda que muito frustrante, ser obrigada a admitir que mesmo depois de tanto tempo e tantas coisas o sentimento estava ali, e ele continuava sendo a minha maior fraqueza.

Como todo Romance Americano, teríamos momentos como, eventuais encontros no supermercado nos quais ele me diria que era melhor eu parar de comprar porcarias. Passeios no parque. Mais idas a Cafeteria e, caronas em um guarda-chuva. No ápice da coisa, em alguma conversa mal direcionada eu acabaria jogando na cara dele uma porção de assuntos inacabados, as tais frases engasgadas... e ficaríamos um tempo sem nos falar. Minha vida voltaria à mesmisse de ser uma jovem Jornalista Brasileira tentando a vida nos Estados Unidos, e ele bem sucedido no trabalho, usando jeans fora de moda e pensando em mim.



Se eu pudesse, finalizaria essa história agora. Nada melhor do que um acerto de contas, um bate e volta mais do que merecido. Mas meu subconsciente não falha, e as comédias românticas sempre têm um final feliz. Então escolham, meu trabalho, minha pós, meu apartamento, o banco, a cafeteria... aonde ele vai chegar e gritar pra todos os presentes que ele errou sim, mas que agora ele sabe dar valor, ele se reinventou e quer desenhar uma nova figura pra levar na carteira. Que ele quer meu sorriso todo dia de manhã. Que ele quer meu bilhetes melosos e perfumados e irritantes dentro de todos os bolsos dos jeans out-fashion dele. Que ele quer que eu o ensine a se vestir. Que ele não só me quer, como me precisa em sua vida...

E eu, tão errante e tão boba quanto uma mocinha Hollywoodiana, acreditaria em cada vírgula do que aquela pessoa disse. Ainda sim teria pelo menos 100 motivos pra dizer não, mas eu diria sim porque simplesmente não saberia viver sem aquele jeito irritante de falar. De me presentear, de me amar. Do jeito como eu sempre pareço uma completa retardada quanto tô com ele, como erro o Português, como atropelo palavras,  e como nada do que eu escrevo pra ele parece soar legal como meus textos, como sempre parece ficar incompleto. E sem o jeito dele de sempre me provar o contrário. Ele errou, errou sim, mas meus momentos ao lado dele eram de plena felicidade. E tudo dali pra frente se resumiria em Nova York, Igreja, Compras, Café, Trabalho e muito, muito Amor. Eu já tinha a imagem dele tatuada nos meus sonhos, antes mesmo de saber que sonhos viram realidade. Eu já era dele, muito antes de pertencer a mim mesma...



"¿Que nos faltaba para enamorarnos? Convencidos en nos separarnos. Tú y yo curábamos y nos creía. Que tanto amor hasta nos sobraría. ¿En dónde estás? ¿En dónde estoy?
Si te quería..."

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Pensamento do Dia

"Não importa qual seja a verdade, as pessoas vêem aquilo que querem ver!"
(Autor Desconhecido)

GENTE!!! Depois dessa, acho que ninguém mais precisa de terapia né? Se alguém aí ainda julgar necessário ir ao terapeuta, eu sugiro um hospício. É a pura verdade, não importa o que você faça, fale ou demonstre. As pessoas só enxergam e valorizam aquilo que as convém... #TENSO



Adeus, Gênio!

"O estilista britânico Alexander McQueen foi encontrado morto nesta quinta-feira, aos 40 anos, em Londres. Uma porta-voz de McQueen disse que o corpo do estilista, cujo nome real era Lee McQueen, foi encontrado pela manhã na sua casa, no oeste de Londres."



Pois é pessoinhas, parece que uma das coisas mais ricas da moda morreu. Ao que tudo indica foi suicício. Acerca de 1 mês atrás a mãe de McQueen havia tido complicações na saúde e falecido. Talvez possa ser relacionado a isso, não é fácil perder a mãe. É como o próprio André Lima se questionou no Twitter: "Porque os gênios são tão solitários?" Realmente. O mundo da moda fica sériamente desfocado agora.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

"No hay nada que te llene los recuerdos"

"O amor é o sentimento dos seres imperfeitos, posto que a função do amor é levar o ser humano à perfeição com você sou perfeita. Como são sábios aqueles que se entregam às loucuras do amor!"
 (JOSHUA COOKE)

Demetria Devonne Lovato

SO CUTE!!!




 


Eu nem sou muito fã da Demi, sabe. Não faço a linha Disney Channel. Mas ela está DIGNÍSSIMA nessas fotos! Mega estilosa, valeu post coom certeza!!
Linda demais essa ddlovato.

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Fundamental é mesmo o amor

AVISO IMPORTANTE ANTES DE LEREM O TEXTO: Guys se vocês acharem que tá sufocante esse lance de postar todo dia, ou em algumas vezes duas vezes por dia me avisem (garotadef@zipmail.com.br). É que sempre que me dá inspiração pra escrever ou eu vejo alguma coisa digna de post, eu acabo postando. Mas qualquer coisa... só mandar um e-mail que a gente resolve. Porção de beijo em vocês!!




Pode ser por um garoto, uma matéria ou uma comida. Mas você precisa de amor. Você precisa chegar em casa e ter alguém te esperando, nem que seja um calopsita temperamental e uma mensagem na secretária eletrônica. Pode até ser um e-mail, um scrap, um depoimento... mas você precisa saber que em algum momento do dia ou da noite, alguém pensou em você. Ou algum passarinho de topete, sentiu falta das sementes no potinho que só você põe. Você precisa comer aquele bolo de cenoura Domingo depois da Missa, e tomar um bom café antes e depois do trabalho, naquela cafeteria que você nunca confirmou, mas algo te diz que o garçon te xaveca. Você precisa sair Sábado a noite, e esperar por alguém em um barzinho com um baton vermelho e um colete jeans manchado... ou sair de casa atrasada, porque sabe que lá tem alguém te esperando. Pode ser seu namorado,suas melhores amigas ou um copo de cerveja... ou os três juntos, só para você ter o prazer de dizer: Galera, quantas vezes terei que dizer que odeio cerveja? E eles vão rir, por você além de chegar atrasada ainda questionar o cardápio. Você precisa saber que quando ligar o computador não será por nada, apesar de ter essa sensação. Você precisa de um cabide na entrada da sala do seu apartamento, pra colocar seu sobretudo nos dias de chuva e depois precisa de um chuveiro bem quente, de uma cama bem fofa e de uma comédia romântica bem cafoninha, só pra você rir e chorar ao mesmo tempo. Você precisa ouvir a resposta do seu assovio vindo da cozinha, precisa deitar no colo da sua mãe e se permitir o desespero. Você precisa daquele livro na casa de praia. Você pode não precisar de caixas de bombom, presentes caros e cervejada todo final de semana... mas você precisa saber, que tem momentos certos na semana, que as pessoas lembram de você. Que você não é sozinha, e nem precisa ser. Afinal, sua vida não valeria nada se toda Segunda-feira você não acordasse fula da vida, porque a mal comida da sua chefe quer que você faça milagre com a notícia de quinta que ela arrumou pra você estampar o rodapé da revista. Sua vida seria um saco, se o seu namorado não fosse tão estranho, tão cheio de defeitos e não se metesse tanto nas suas coisas. Sua vida valeria menos ainda, se seus amigos e sua família não fossem tão absurdamente preocupados com você, daquele tipo que faz compras na farmácia pela internet e manda entregar na sua casa. Você não sabe viver sem as pessoas... nem sem o garçon tarado com cara de psicopata que te atende há 1 ano e 4 meses mas sempre te traz café com açúcar só porque sabe que é a única maneira de você trocar alguma palavra com ele: É sem açúcar moço, por favor. A gente fica infeliz as vezes, porque aceitamos a solidão... sempre esquecendo que todo dia, tem gente que nunca se esquece de nós.